“Cadê os R$ 33 milhões que a Prefeitura destinou ao ISEC?”, questiona Wellington 

12.07Na manhã desta terça-feira (12), o deputado Wellington do Curso (PP) utilizou a tribuna da Assembleia Legislativa para relatar as 108 denuncias de contratados pelo Instituto Superior de Educação Continuada (ISEC) que estão há mais de 6 meses sem receber salários. Segundo os denunciantes, existem contratados que recebem sem trabalhar, caracterizando uma possível fraude ou compra de voto antecipado.

Wellington alertou sobre a possibilidade de improbidade administrativa praticada pelo prefeito Edivaldo Holanda Junior desde 2015. O parlamentar ainda questionou a exorbitante quantia de 33 milhões de reais que a prefeitura de São Luís suplementou, em mais de 114 mil por cento o orçamento da Secretaria Municipal Extraordinária de Governança Solidária e Orçamento Participativo. Sendo que o ISEC possui idoneidade questionável, em razão de já ter sido denunciado por diversas vezes na justiça por supostas irregularidades.

 “Mais uma vez faço essa denúncia de muitos pais de famílias e pessoas que estão há mais de 06 meses sem receber do ISEC… sem receber da Prefeitura. Como se tal suplementação em si já não fosse algo estranho, ainda nos deparamos com contratados que trabalharam e não receberam. E ainda existem  casos de pessoas que não trabalham e estão recebendo como cabos eleitorais. Um verdadeiro absurdo! Estamos falando de R$ 33 milhões. Muito dinheiro que poderia ser aplicado na educação, saúde, limpeza pública, mobilidade urbana e transporte, como por exemplo, reduzir o preço da tarifa do transporte público. Qual a lógica da Prefeitura? Quem trabalha não recebe; quem não trabalha recebe? Como explicar isso? Nós já denunciamos isso antes e, ainda assim, a Prefeitura preferiu manter o contrato a ter que reconhecer esse ato imoral”, alertou.

Wellington destacou que tal pratica deixa claro, de acordo com as denuncias, a evidente compra de votos e a manutenção de cabos eleitorais em função da reeleição do prefeito Edivaldo Holanda Junior.

“Podemos aqui caracterizar atos de improbidade administrativa, já que dinheiro que saiu dos cofres da Prefeitura foi aplicado de forma arbitrária. Estamos diante da aplicação de mais de 33 milhões de reais. Muito dinheiro… recurso que poderia ser aplicado em necessidades urgentes as construções da maternidade da Cidade Operária ou das 25 creches prometidas durante a campanha, bem como conceder reajuste de 11,36% aos professores”, destacou Wellington.

Diante de tantas denúncias, Wellington solicitou atenção dos órgãos de fiscalização e controle, da Promotoria de Probidade Administrativa, Tribunal de Contas do Estado e finalizou cobrando esclarecimentos por parte da Prefeitura.

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