Deputado Wellington cobra explicações do Governo e da Secretaria de Educação sobre o concurso para professores

12308627_804780762963997_804762628509807833_nDurante sessão plenária desta quinta-feira (26), o vice-presidente da Comissão de Educação da Assembleia Legislativa, deputado Wellington do Curso (PPS), utilizou a tribuna para solicitar, mais uma vez, explicações quanto ao concurso para professores do Estado. Dessa vez, além de solicitar a alteração no Edital do concurso público N°001 de 06/11/2015, especificando o número de vagas por localidade, o parlamentar cobrou explicações quanto à ação do Governo de não cumprir a Lei nº 10.255 de 11 de junho de 2015, que dispunha sobre a criação de 3.001 vagas e não apenas de 1.500. O deputado levou ainda à tribuna o caso dos professores aprovados no concurso de 2009, que até o presente momento não obtiveram explicação alguma quanto à possível convocação por parte da Secretária de Estado da Educação (SEDUC).

Ao se pronunciar, Wellington destacou que o que se quer é, ao menos, conceder uma explicação aos professores, além do respeito a essa classe de profissionais que, segundo ele, é tão importante à sociedade.

“Mais uma vez, trazemos à esta Casa uma solicitação não subjetiva, mas sim dos professores de nosso estado. Já protocolamos proposições nessa Assembleia solicitando a alteração no Edital, especificando o número de vagas correspondentes às cidades das Unidades Regionais de Educação do estado, apresentada no dia 10 de novembro; solicitamos, ainda, a liberação de mais 1.501 vagas, a fim de cumprir o que a Lei nº 10.255 de 11 de junho de 2015 dispunha sobre a criação de 3.001 vagas e não de apenas 1.500. No entanto, até o presente momento a sociedade não obteve resposta alguma, o que nos motiva hoje a protocolar requerimento solicitando informações à SEDUC e ao Governo. Vale mencionar que, além dessas duas solicitações supracitadas, há os professores aprovados no concurso de 2009, que ainda esperam respostas da SEDUC. Não queremos impor e, tampouco, interferir nas decisões do Executivo, mas acreditamos que as informações devem sim ser fornecidas, a fim de que se possa esclarecer dúvidas e zelar por aquilo que é devido ao professor: o respeito”, disparou o deputado.

Na ocasião, o deputado Cristovam Filho (PSL) solicitou aparte e reconheceu a pertinência da solicitação de informações feita pelo deputado Wellington.

“Parabenizo Vossa Excelência pelo pronunciamento e considero a relevância do que aqui foi solicitado. Vejo como algo muito indefinido o atual edital, tendo em vista que não há sequer o número de vagas por localidade. Caberia um esclarecimento melhor quanto às localidades, enfatizando o local em que o professor será lotado. Isso não está claro. Quanto à redução do número de vagas, certamente há uma explicação, o que destaca a necessidade de se prestar esses esclarecimentos”, Cristovam.

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