Deputado Wellington do Curso cobra revisão dos limites entre São Luís e São José de Ribamar e reforça fiscalização em bairros da região
Assessoria de Comunicação · 8 de outubro de 2026

Na tribuna, parlamentar destacou visitas às comunidades, a cobrança por serviços públicos e o Projeto de Lei nº 198/2026, que propõe rediscutir a divisão territorial e revogar a legislação estadual de 2017
O deputado estadual
Wellington do Curso voltou a cobrar, durante a sessão plenária desta
quarta-feira (7), a revisão dos limites territoriais entre São Luís e São José
de Ribamar. A pauta é acompanhada pelo parlamentar há anos e ganhou novas ações neste ano, com fiscalizações presenciais, reuniões com moradores e articulação
junto à Defensoria Pública e à OAB-MA. Entre as áreas citadas nas ações do
mandato estão Parque Vitória, Parque Araçagy, Parque Jair, Cohabiano e outras
comunidades que integram a região afetada pelo impasse territorial.
Na tribuna, Wellington do Curso afirmou que esteve novamente na região na última segunda-feira (5) e relatou
que os moradores enfrentam problemas relacionados à atuação do poder público.
“A população reclama do abandono, da falta de atenção do poder público da
Prefeitura de Ribamar. São mais de 35 bairros que são desassistidos, estão
jogados, estão abandonados”, declarou. O parlamentar também citou fiscalizações
realizadas anteriormente na Avenida Norte, na comunidade Alonso Costa, no
Parque Araçagy, Parque Vitória e Parque Jair. Em julho, por exemplo, Wellington
realizou fiscalização presencial na comunidade Alonso Costa, no Parque Araçagy
II, após receber reclamações dos moradores sobre problemas de infraestrutura.
A discussão envolve as
leis estaduais que atualizaram, em 2017, as divisas entre os municípios da
Grande São Luís. A Lei nº 10.649/2017 trata especificamente da divisa entre São
José de Ribamar e São Luís. De sua autoria, o deputado protocolou o Projeto de Lei nº 198/2026, que busca revogar as normas
relacionadas à alteração das divisas e reabrir a discussão sobre a definição
territorial. A mobilização também inclui reuniões com instituições e moradores
e a defesa da realização de plebiscito para que a população das áreas afetadas
participe da decisão.
