Deputado Wellington do Curso fiscaliza escola estadual em Matinha após mais de 30 dias sem aulas
Assessoria de Comunicação · 15 de junho de 2026

Mães, alunos e professores clamam por soluções diante da paralisação provocada por obras inacabadas na Escola Estadual Padre Astolfo Serra.
O deputado estadual
Wellington do Curso realizou uma visita de fiscalização e inspeção na Escola
Estadual Padre Astolfo Serra, localizada no município de Matinha na manhã desta
segunda-feira, 15 de junho. A ação foi motivada por inúmeros pedidos de socorro
enviados por alunos, pais e professores, que denunciam a interrupção das
atividades escolares. De acordo com o parlamentar, a comunidade escolar
enfrenta uma realidade inaceitável, com os estudantes afastados das salas de
aula há mais de um mês devido ao andamento lento das reformas estruturais.
Durante a vistoria nas
dependências do colégio, as falhas na infraestrutura e o acúmulo de materiais
de construção evidenciaram o cenário de abandono temporário que prejudica centenas
de jovens. O deputado Wellington do Curso reuniu-se com a direção da unidade e
com os afetados pela situação para alinhar cobranças urgentes. Diante do
impasse, o parlamentar informou que entrou em contato direto com a Secretaria
de Estado da Educação (SEDUC) para exigir uma previsão exata para a conclusão
dos serviços e o restabelecimento do calendário letivo.
A paralisação tem gerado
forte angústia nas famílias, especialmente naquelas que possuem filhos em fase
de preparação para grandes exames nacionais. Uma das mães presentes na
manifestação expressou sua indignação com o prejuízo causado à sua filha.
"Já tá vindo o ENEM que ela se inscreveu para fazer. Com a escola desse
jeito, tanto a minha filha como os outros alunos serão prejudicados",
desabafou a moradora, cobrando responsabilidade dos órgãos governamentais.
Como medida imediata para
amenizar os danos ao ano letivo, Wellington do Curso propôs uma alternativa
emergencial ao governo do estado. O deputado identificou um imóvel próximo,
pertencente à casa paroquial da cidade, que possui espaço adequado para ser
locado e servir como sede provisória para as turmas. A iniciativa visa garantir
que os alunos retomem as aulas imediatamente em um ambiente seguro, enquanto as
obras na sede principal da escola não são devidamente finalizadas.
