Wellington do Curso cobra providências para problemas no curso de Medicina da UEMA em São Luís e Caxias
Assessoria de Comunicação · 21 de setembro de 2026

Deputado estadual leva à ALEMA reclamações de acadêmicos e cobra do Governo do Estado e da UEMA respostas para deficiências que, segundo os estudantes, comprometem a formação médica.
O deputado estadual
Wellington do Curso voltou a cobrar providências para os problemas enfrentados
por estudantes do curso de Medicina da Universidade Estadual do Maranhão
(UEMA). Durante o Pequeno Expediente da última terça-feira (15), na Assembleia
Legislativa do Maranhão, o parlamentar afirmou ter recebido reclamações de
acadêmicos de São Luís e Caxias relacionadas a carências e deficiências na
formação. A cobrança ocorre em um momento em que estudantes do curso em São
Luís também tornaram públicas novas reivindicações: em reunião realizada no
último dia 10 com a nova direção, foram discutidas questões envolvendo
preceptoria, disciplinas e demandas acadêmicas e estruturais.
“Como que vamos formar os
nossos médicos com essas carências, com essas deficiências? E deficiências
gravíssimas, que precisam ser sanadas, corrigidas o mais rápido possível”,
afirmou Wellington. O deputado informou que está apresentando requerimento ao
Governo do Estado e à UEMA para que as demandas recebam atenção. A cobrança de
Wellington está diretamente relacionada à sua atuação como professor e defensor
da educação pública. Ao longo do mandato, o parlamentar tem concentrado parte
de sua atuação na fiscalização das condições de ensino, na defesa dos
estudantes e na valorização de professores e servidores da educação, incluindo
pautas como FUNDEB, precatórios do FUNDEF, concursos públicos, nomeação de
aprovados, estrutura das unidades de ensino e condições de trabalho.
Em mais uma campanha para
seguir na Assembleia Legislativa, Wellington do Curso procura reforçar
justamente essa trajetória: a de um parlamentar que leva para o debate político
demandas de quem está dentro da sala de aula. Ao tratar especificamente da
Medicina da UEMA, o deputado sustenta que a defesa da educação não termina no
ensino básico e cobra que os acadêmicos tenham condições adequadas para concluir
sua formação. “Como professor, como educador, a nossa luta em defesa do Curso
de Medicina da UEMA de Imperatriz, de São Luís e de Caxias”, declarou.
